SÃO PAULO - A maioria das mulheres americanas não possui um tutor no ambiente de trabalho. É o que mostra um levantamento da rede social LinkedIn feito com mil mulheres americanas e divulgado esta semana. Ao mesmo tempo, a pesquisa descobriu que o número de profissionais do sexo feminino aconselhando a carreira de outras mulheres cresceu ao longo das últimas três gerações. Apenas 19% das mulheres que participaram do levantamento possuem um tutor que as oriente nas escolhas e decisões de carreira. Entre aquelas que não têm um mentor, a principal razão apontada é “não ter encontrado alguém adequado” (52%). Entre as profissionais que têm um tutor, cresce o número de mulheres aconselhadas por uma pessoa do mesmo sexo. Metade das trabalhadoras da geração Y, entre 18 e 29 anos, tem tutores mulheres. Entre membros da geração X - de 30 a 44 anos -, esse número cai para 43%, e em meio a mulheres de 45 a 66 anos, as chamadas “baby-boomers”, apenas 34% dizem ser ou ter sido aconselhadas por colegas mulheres. A pesquisa apurou que os principais objetivos pelos quais as profissionais do sexo feminino procuram um tutor são para obter aconselhamento profissional, conseguir recomendações, avançar na carreira, colaborar em trabalhos, manter-se atualizada nos últimos avanços e tendências da área e, por último, conseguir novas ofertas de trabalho. (Letícia Arcoverde | Valor) Fonte: Site Valor Economico
Apenas uma em cada cinco mulheres americanas possui tutor profissional


