Executivos admitem que favoritismo é comum na hora da promoção Mesmo assim, quando questionados sobre a última vez em que escolheram um funcionário para uma promoção, 29% dos executivos dizem só ter considerado um empregado. Quando mais de um colaborador é cotado para o cargo, 56% dos chefes dizem já ter um favorito em mente antes mesmo de avaliar as opções e 96% admitem ter contratado o preferido mesmo após o processo de seleção. Os profissionais que participaram da pesquisa definiram favoritismo como dar preferência a empregados por causa de fatores como amizade e conexões, ao invés de qualificação e desempenho. A pesquisa foi realizada com mais de 300 executivos sêniores de empresas americanas com mais de mil funcionários.
Por Letícia Arcoverde - Valor Online
SÃO PAULO - Apesar de concordarem que se deixar levar pelo favoritismo na hora de promover funcionários pode resultar em decisões erradas, 92% dos executivos sêniores americanos ouvidos por uma pesquisa da faculdade de negócios da Georgetown University admitem que a prática é recorrente no ambiente de trabalho. Mais de 80% dizem que ela ocorre em suas próprias empresas – mas apenas 23% admitem ter feito escolhas baseadas em preferências pessoais.


