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Rede de contatos é trunfo para desempregado conseguir recolocação Rede de contatos deve ter origem na universidade, dizem consultores. Marta Cavallini Do G1, em São Paulo
Mas Felipe Júnior ressalta que é possível construir uma rede de contatos não apenas no meio profissional, mas em atividades realizadas fora do trabalho. Ele cita como exemplos atividades voluntárias, esportivas e religiosas. Para Carmelina, as relações pessoais que englobam familiares e amigos também podem ajudar bastante. “Já vi casos de recolocação por meio de tios, irmão, um colega de infância, o amigo do amigo”, exemplifica. “Quem tem networking consegue emprego mais rápido e as melhores oportunidades”, garante Felipe Júnior. Segundo ele, confraternizações, por exemplo, são ótimas oportunidades para reencontrar velhos conhecidos. E quem tem bastante tempo de empresa também deve manter seus contatos ativos. Mas o consultor salienta que a rede de contatos deve ser acionada quando o profissional realmente precisa – em caso de ameaça de perda do emprego ou após ter sido demitido, por exemplo. Carmelina diz que, se a saída do emprego é inevitável, o profissional deve convidar seus contatos para tomar café, almoçar, para fazer uma happy hour, com o objetivo de conversar sobre a situação da empresa e do mercado, dizer o que está buscando, buscar conselhos e saber qual é a oferta no mercado. Segundo ele, em muitos casos, os conhecidos trabalham em outras áreas, mas ficam sabendo de vagas no setor do profissional. “Por meio dessa ferramenta, o profissional pode ainda conseguir trabalho em outras empresas, não naquela que ele almejava”. Para ele, a internet tornou a comunicação entre as pessoas muito mais fácil. Ele considera sites de relacionamento como Orkut e comunicadores instantâneos como MSN ótimas ferramentas para troca de informações sobre vagas de emprego entre os integrantes da rede. “Se perder o emprego, comunica para todo mundo, até para os vizinhos”, diz Felipe Júnior.
RRdde |
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